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Submissão de RICARDO ALEXANDRE DA SILVA

1ª Submissão

Metropolização no Sudeste Brasileiro: A perigosa convivência com áreas contaminadas no processo de industrialização.

Ricardo Alexandre da Silva; Laura Machado de Mello Bueno

As fontes de contaminação estão articuladas às estruturas produtivas, comerciais, serviços e residuais situadas em áreas urbanas e rurais. Os contaminantes prejudicam o solo, as águas e causam riscos de danos à população e aos bens situados no entorno, no tecido urbano e nos processos de urbanização do território. Muitas destas áreas são regulares e irregulares, públicas ou particulares. Os Postos de Combustíveis, Lixões, antigas indústrias e outras fontes de contaminação, estão no território urbano e rural e geram problemas socioambientais. Este artigo analisa a distribuição tipológica e locacional, face ao crescente número de áreas contaminadas registradas nos municípios da Região Metropolitana de Campinas - RMC/SP, em paralelo aos atributos ambientais e à sua importância no contexto regional. A RMC, com 3.094,181 habitantes e área de 3.840,648 km², a noroeste da capital, possuía em 2013, 384 áreas contaminadas, sendo 93 destas no município de Campinas, sede da RMC. Através do detalhamento de casos de contaminação no espaço intraurbano de Campinas - Postos de Combustíveis em área urbana consolidada, o “Lixão da Pirelli” de iniciativa municipal, e empreendimentos habitacionais de médio e alto padrão construídos em antigo depósito de rejeitos industriais – o artigo apresenta os problemas na escala do urbanismo, relacionando-os ao processo de planejamento e gestão. Discute-se a falta de medidas preventivas e corretivas pela municipalidade.

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